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RBD estampa a capa da Caras MX de Agosto

Em agosto, mês que se inicia a Soy Rebelde Tour, o grupo é destaque na Revista Caras do México e conta detalhes sobre esse reencontro.

por thebestofrbd

O ano é 2023 e temos o RBD nas capas das revistas novamente! Em agosto, mês inicial da Soy Rebelde Tour, o grupo é destaque na Revista Caras MX. Confira a entrevista completa traduzida pela equipe da The Best of RBD!

TODOS SOMOS GERAÇÃO RBD

Dizem que a música tem dupla capacidade de criar e recuperar lembranças dentro do cérebro humano, e é unicamente a música que tem esse efeito na memória, é por isso que, as últimas coisas que um ser humano esquece são de suas canções favoritas.Esta edição de agosto é muito especial para nós, porque ao darmos ênfase na memória musical, na nostalgia e na euforia do fanatismo, não podia faltar o RBD, como protagonistas neste mês. E não só são os protagonistas nesta edição da CARAS, mas também serão nos próximos meses, assim que começarem seus shows. Se algo não podemos negar, é que eles são um fenômeno, sua música transpassa fronteiras até hoje, o lançamento dos ingressos dos seus múltiplos shows e a maneira com que se esgotaram é algo fora de série. Eu sou Geração RBD, mas o que vejo é que, nos shows, irão crianças e adultos, além de que, todos cantam suas músicas, então me atrevo a dizer que, efetivamente, “todos somos Geração RBD”
A CARAS teve em sua capa várias vezes Anahí, Maite, Dulce Maria, Christopher e Christian, é curioso ver como seus looks mudaram, a evolução nas carreiras de cada um, suas prioridades, sua vida em geral, mas é incrível se dar conta que, não importa quanto tempo passe, continuam sendo os mesmos, agora juntos e unidos pelo RBD. Esperamos que disfrutem desta entrevista de reencontro, nostalgia e emoção ao máximo!

Ser Rebelde é, talvez, o primeiro passo para conhecermos e assegurar nossa própria identidade. Para Maite, Anahí, Dulce María, Christopher e Christian é no seguir a los demás, es querer hasta rabiar, es no pensar igual que ayer y jugarse hasta la piel. Mas, 15 anos depois, ser Geração RBD é cantar “Sálvame” a todo pulmão, é recordar la niñez, la escuela y la primera vez… ser geração RBD é nos encher de nostalgia e compartilhar um sentimento que siempre há estado aqui.

 

COMO SURGIU A IDÉIA DO REENCONTRO?
Christopher: Já faz alguns anos que havíamos falado sobre isso, mas, por diversas circunstâncias não havia se concretizado. Passou um ou dois anos em que continuamos falando sobre uma possível tour, na qual, não sabíamos que seria assim tão grande, Finalmente, eu voltei a abrir uma conversa com os integrantes e foi assim que nos juntamos, pois estávamos todos na mesma sintonia. Penso que tinha que acontecer agora, porque já estávamos os cinco juntos e decididos a organizar o reencontro. Acredito que é o momento perfeito.

QUAL FOI O MOMENTO EXATO EM QUE TODDOS ESTAVAM DE ACORDO E DECIDIRAM FORMALIZAR O PROJETO?
Christian: Foi um momento muito emotivo, porque, primeiro, era uma ceia de Natal, não sabíamos o que ia acontecer, não havia nada planejado. Realmente foi um momento que em que começamos a conversar. Falamos de muitas coisas, porque nem tudo foi mil maravilhas naquela época. Obviamente, todos tivemos momentos muito difíceis, nossa adolescência vivemos de frente às câmeras e cada um foi ferido, porque a fama tem um preço. Foi escutar o que machucou cada um, foi nos abrir e encontrar essa parte para sarar e criar empatia. Foi muito emocionante e comovente nos abraçarmos e nos encontrar nessa etapa madura.

Somos uma família e estamos mais unidos que nunca. Nossa união é mágica!

Anahí

ENFRENTARAM ALGUM MEDO OU DÚVIDA QUANDO SURGIU A IDEIA DO REENCONTRO?
Christopher: Acho que, como vivemos coisas muito fortes no passado, claro que todos estamos transcendendo certos medos, mesmo que hoje vejamos eles como lições da vida que estamos aprendendo. Quando o RBD terminou, eu não queria um reencontro, mas, por casualidades do destino aconteceu e nos animamos a fechar esse ciclo de uma vez por todas, porque sinto que ainda ficaram coisas não concluídas do passado. E também as pessoas ficaram com vontade de nos ver uma última vez, e isso é algo que nos motivou.

DURANTE TODOS ESTES ANOS VOCÊS MANTIVERAM UMA BOA AMIZADE? COMO É HOJE A RELAÇÃO ENTRE VOCÊS?
Anahí: Somos uma família e estamos mais unidos que nunca. Nossa união é mágica!

COMO VÊ SEUS COMPANHEIROS AGORA QUE ALGUNS SÃO PAIS DE FAMÍLIA OU QUE CONTINUARAM COM SUA CARREIRA EM DIVERSAS ÁREAS E COM MÚLTIPLOS PROJETOS MUSICAIS, ATUAÇÕES, EMPRESARIAIS E ATÉ DE VINHOS E GASTRONÔMICOS?
Christopher: Eu acho que é o processo natural. Eu fico muito feliz de ver todos agora com uma família. Bom, Christian e eu não temos filhos ainda, mas há uma maturidade. É o que me deixa muito feliz. Ver todos com um crescimento tanto pessoal como profissional é muito especial.

Se não tivesse feito parte do RBD, seria muito fã do grupo. Sou apaixonado pelas músicas e amo ser parte disso.

Christian Chávez

COMO É VOLTAR A TRABALHAR COM SEUS COMPANHEIROS DEPOIS DE TANTO TEMPO?
Anahí: É como se não houvesse passado nenhum dia. É uma conexão que não se acaba, que ficou aí todo esse tempo, esperando para voltar a brilhar juntos. E, ao mesmo tempo, é incrível tudo o que aconteceu e nos encontrarmos agora do jeito que estamos.

O QUE REPRESENTA PRA VOCÊ VOLTAR A CANTAR AS CANÇÕES QUE ACOMPANHARAM VÁRIAS GERAÇÕES POR QUASE 20 ANOS?
Christian: É algo muito emocionante, na verdade eu já disse várias vezes que, se não tivesse feito parte do RBD, seria muito fã do grupo. Sou apaixonado pelas músicas e amo ser parte disso, é algo que me emociona muito. Então, poder voltar e cantar agora com uma maturidade y muitas vivências, é muita emoção.

QUAL A CANÇÃO QUE ESPERA COM MAIS EMOÇÃO VOLTAR A CANTAR COM O PÚBLICO?
Anahí: Sálvame

Quando o RBD terminou, eu não queria um reencontro, mas, por casualidades do destino aconteceu e nos animamos a fechar esse ciclo de uma vez por todas, porque sinto que ainda ficaram coisas não concluídas do passado.

Christopher Uckermann

ESPERAVA A RESPOSTA DAS PESSOAS PERANTE A TOUR? ESPERAVAM TANTOS SHOWS, DATAS E INGRESSOS ESGOTADOS?
Anahí: Nunca pensamos que isso aconteceria! Nos surpreendeu em todos os sentidos. É uma emoção muito grande e, ao mesmo tempo uma grande responsabilidade. Vamos dar todo o nosso coração.

O QUE MAIS TE EMOCIONA EM VOLTAR A SUBIR NOS PALCOS?
Dulce: Desde agora que estamos ensaiando o momento de subir no palco outra vez, os cinco juntos, sinto muitíssima emoção e nervosismo por me reencontrar e reencontrar essas pessoas que nos viram crescer y que estão nos esperando, mantendo viva a Geração Rebelde. Isso é o que mais me emociona, a energia e a emoção de nos reencontrar depois de tanto tempo e de entregar a eles, de coração, o melhor de nós. Reviver as canções, a nostalgia e os momentos que não sabíamos se voltaríamos a compartilhar juntos.

ATÉ HOJE VOCÊ GUARDA ALGUÉM VESTUÁRIO OU ELEMENTO DE QUANDO FAZIAM A NOVELA OU DO INÍCIO DO GRUPO?
Dulce: Sim, tenho a gravata, tenho uma saia jeans, o uniforme, um casaco que usava nos shows e que tinha escrito “Peace and Love” e o Blazer do RBD que usava nos shows. Tenho todos guardados.

Em um certo momento erámos 6 almas distintas, que demos o melhor de nós. Neste reencontro somos 5, muito diferentes, mas que, por hoje, escolhemos permanecer unidos, celebrando o que nos faz diferentes.

Dulce María

HOJE, O QUE TE FAZ SER REBELDE?
Dulce: Ser Rebelde é ser congruente consigo mesmo, com seus ideais, com se aceitar e ser realmente quem você é e vencer o medo ser você mesmo, sem ter que seguir as regras, sem etiquetas. É ser a melhor versão de você mesmo, sem se importar com ninguém. É superar seus medos e seus limites. É voltar a levantar a cabeça, seguir adiante e se abraçar em cada etapa da sua vida. Isso me faz ser rebelde, continuar sendo eu, me abraçar e me aceitar como eu sou e trabalhar em ser eu mesma, não me moldar ao que querem ou esperam de mim.

O QUE O RBD REPRESENTA PRA VOCÊ?
Christian: Pra mim, o RBD representa minha família, uma geração, sonhos feitos realidade. Minha infância, a escola, a minha primeira vez. Representa o melhor de tudo.
Dulce: Pra mim, é uma bandeira, algo que mudou a minha vida, como uma tatuagem que te colocaram na alma, a mim e a geração Rebelde. O que se escreve na alma de alguém, fica pra sempre e o verdadeiro é eterno. Somos muito mais que um grupo; em um certo momento erámos 6 almas distintas, que demos o melhor de nós. Neste reencontro somos 5, muito diferentes, mas que, por hoje, escolhemos permanecer unidos, celebrando o que nos faz diferentes.

DEPOIS DE TANTO TEMPO, O QUE VOCÊ DIRIA AOS SEUS COMPANHEIROS DE GRUPO QUE TE ACOMPANHAM NESSE REENCONTRO?
Dulce: Agradeceria a eles por nos abraçarmos novamente, por fazer esse reencontro, que sei que estamos fazendo com todo o coração, porque cada um de nós está em etapas diferente de nossa vida, já não é tão fácil como há 20 anos, mas estamos fazendo pelas pessoas, pelo gosto de voltar a estarmos juntos e viver essa energia de amor, de gratidão; é um presente tão grande do universo, já ter vivido isso uma vez é incrível, e Deus e a vida estão nos dando a oportunidade de viver uma segunda vez, é inexplicável, só me resta dizer obrigada por poder viver isso com cada um deles, porque era assim que deveria ser. Também queria dizer as pessoas: brigada! Por nos esperar, por não pararem de sonhar e, finalmente, nos reencontrarmos em breve nos shows.

O QUE DIRIA AO SEU “EU” REBELDE DO PASSADO QUE HOJE VOLTA A VIVER ESSE SONHO?
Maite: Justamente, que nunca deixem de sonhar, que confie, que tudo é perfeito e que disfrute cada momento da vida ao máximo, porque não se repete. Que esta oportunidade de voltar a estarmos juntos é um presente gigantesco, porque voltar a viver isso, depois de 20 anos é realmente um ´presente do universo, e que desfrutem cada segundo ao máximo, que tudo vai estar bem.

A energia, o talento e o trabalho de todos fez que tudo isso fosse possível. Todos juntos conseguimos que Rebelde fosse o que foi em seu momento.

Maite Perroni

O QUE PODEMOS ESPERAR DO REENCONTRO?
Maite: Definitivamente, é um momento cheio de muitas emoções, muitas expectativas colocadas no palco, em nossa música, da qual, com os anos nos fizeram ver que continuam ultrapassando fronteiras e corações. Cada vez somos mais Geração RBD, pois já não somos uma, mas 3 gerações RBD que continuem crescendo e fortalecendo essa família. Queremos dar tudo nos palcos, aproveitar ao máximo cada momento, viver junto com todos esses corações que batem com os nossos a força e o amor do RBD, e desfrutar da música, que o nosso melhor idioma.

O QUE DIRIA AOS SEUS FÃS QUE SEMPRE ESTIVERAM AÍ, ESPERANDO ESSE REENCONTRO E SSEGUINDO SUA CARREIRA SOLO?
Maite: Pra começar, que pra mim são uma família, todos estes anos vem me mostrando seu amor incondicional, seu apoio, seu carinho, me fizeram forte quando me senti fragilizada, me encheram de amor nos momentos difíceis, seu apoio incondicional tem sido minha força muitas vezes e agradeço profundamente tudo o que fazem; pois as vezes, mesmo que haja uma enorme distância em quilômetros, dá pra sentir esse amor, esse apoio. Sempre foram infinitamente fiéis, leais, amorosos e que já considero família, amigos e tenho a sorte de conhecer muitos deles. Agradeço a eles profundamente.

O QUE DIRIA AOS SEUS AMIGOS QUE FORMARAM PARTE DO ELENCO DE REBELDE E QUE COMPARTILHARAM PARTE DESTTE PROJETO COM VOCÊS?
Maite: Que a energia, o talento e o trabalho de todos fez que tudo isso fosse possível. Todos juntos conseguimos que Rebelde fosse o que foi em seu momento, e definitivamente sem eles não teria sido o mesmo.

DEPOIS DO RBD, O QUE VOCÊ FARÁ?
Christopher: Seguiremos com nossas vidas, com nossas famílias e nossas carreiras. É um momento de nossas vidas para fechar com chave de ouro.
Maite: Para mim, continuarei com meus projetos dentro da atuação e produção de novos conteúdos para as plataformas. Meu objetivo à longo prazo é fazer crescer minha produtora, poder gerar conteúdo e seguir fazendo projetos que me desafiem como atriz. Viver uma etapa musical é somente porque é o RBD, porque somos nós cinco, porque nos unimos, nos reencontramos, decidimos realizar e só por isso volto a subir em um palco com música. Por isso, me permiti dar esse tempo para desfrutar o sonho que se torna realidade mais uma vez e poder matéria lizar todos juntos esses momentos, essas vivências e experiências. São um presente pra alma.

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